domingo, 22 de julho de 2018

Livros- A Mortalha- Matheus Arcaro



Livro de contos de Matheus Arcaro, professor de filosofia, querido por seus alunos, corajoso no fazer e que faz a diferença.
Escritor aqui,  da terra do Ribeirão Preto.
Matheus aprimora sua qualidade literária nestes novos contos, seja na temática, seja no estilo.
Abre um espaço para o leitor habitar outras peles, na variedade de suas histórias e de suas personagens.
É sempre muito bom lê-lo.

A mortalha- Matheus Arcaro- Editora Patuá- 2018- o meu comprei diretamente com o autor, pode ser encontrado com ele e na editora.

domingo, 15 de julho de 2018

Livros- Não se pode morar nos olhos de um gato- Ana Margarida Carvalho



Romance premiado, Prêmio Literário Manuel de Boaventura 2017, da autora portuguesa Ana Margarida Carvalho que tem vasta produção em diversos gêneros literários.
Não conhecia nem autora , nem livro, e o que me levou a escolhê-lo foi o título inusitado e o destaque para o prêmio.
Boa escolha!
 O livro se passa no Brasil do século XVIX e tem como enredo um naufrágio e seus sobreviventes.
Ágil, a trama inclui o momento histórico, as questões da escravatura, das quais sabemos tão pouco,  da religião e as tão humanas referentes ao desejo.
Escrita inovadora com quebras de linhas em liberdade, uma voz agradável, cuidada e cadenciada, como é próprio da língua portuguesa original.
Uma narração cinematográfica, que coloca o leitor dentro da ação.
Adorei!

Não se pode morar nos olhos de um gato- Ana Margarida Carvalho- Editora Teorema- 2016- o meu comprei na Bertrand, em Lisboa-   pode ser encontrado na Livraria Cultura e em  ebook

domingo, 8 de julho de 2018

Livros- O Ócio Criativo- Domênico di Masi



Este livro vinha me fazendo vontades há tempos.
É fruto de uma entrevista do autor.
Deveria ser lido na escola.
Tudo está escrito, falei isto estes dias, nós é que somos desatentos na leitura.
Um livro que tem 18 anos com explicações sobre o que acontece hoje.
Elucidador! Uma ajudinha para compreender o mundo.
Quero mais disto!

Trecho:

"O que envenena o clima de muitas empresas é o excesso de carreirismo no seu interior e a competitividade com o ambiente externo. Se as empresas transformassem competitividade em competência  e a destrutividade em relações solidárias, ..., se fossem mais cuidadosas com a estética dos ambientes e objetos de trabalho, se adotassem  boas maneiras nas relações interpessoais, se introduzissem um pouco da alma feminina nestes castelos projetados e embarricados pelos homens, se abrissem uma brecha nos seus muros de proteção e permitissem a entrada de um pouco de ar fresco e puro, aí sim é que o trabalho junto ao calor do convívio cordial se tornaria também uma oportunidade para a socialização. "

O Ócio Criativo- Domênico di Masi-Editora Sextante-2000- o meu comprei numa venda de excedentes de uma amiga pessoal- pode ser encontrado em livrarias e por internet

domingo, 1 de julho de 2018

Livros- Mulheres, comida e Deus- Geneen Roth



Está bem! Sei que de vez em quando exagero.
Mas estava barato!
Dificilmente resisto à pechinchas, o que prova algo sobre a teoria mercadológica.
Preço interessa sim! Disponibilidade também!
O livro? O óbvio.
Título chamativo para conteúdo de auto-ajuda.
Novidade para quem nunca viu.
Mais do mesmo material que deve ser visto de maneira crítica.
Verdades pessoais não são universais.
Mulheres, comida e Deus- Geneen Roth- Editora Lua de Papel- 2011- o meu comprei na banca de revista.

domingo, 24 de junho de 2018

Livros- Putz! Virei a minha mãe! Sandra Reishus



Alguns homens costumam olhar suas sogras como o futuro de suas esposas, tanto na parte física como em matéria de comportamento.
Não se engananm de todo.
Herdamos biologica e culturalmente, de maneira inapelável.
É preciso estarmos atentos se quisermos corrigir rumos, embora saibamos que errar é parte do jogo.
Este livro, com cara de auto- ajuda, é um relato pessoal que pode contribuir para um olhar mais próximo sobre a questão.
É necessária uma visão crítica sobre o livro para concordar e discordar , ou mesmo pedir um tempo para pensar.
Válido!
Destaque para a boa capa.

Putz! Virei a minha mãe. Sandra Reishus- Editora Carpe Diem-2006- o meu comprei na Feirinha de Excedentes da Biblioteca- pode ser encontrado em livrarias ou pela internet.

domingo, 17 de junho de 2018

Livros- Faca Amolada- Waldomiro Peixoto



Livro de poemas do escritor e Acadêmico da Academia Ribeiraopretana de Letras, Waldomiro Peixoto.
Seus versos falam sobre o ofício do poeta, suas questões que ecoam as humanas questões, sua visão sobre o mundo-objeto.

Faca Amolada- Waldomiro Peixoto- Editora Funpec- o meu comprei na Feira do Livro de Ribeirão Preto em 2017- pode ser encontrado com o autor ou em Feiras.

Do livro:

Antítese Aprente

morte
vida passada a limpo
fim ou retomada pouco importa

da morte nasce a vida
do que se conclui
que a vida já nasce morta

morte
para muitos túmulo
para outros tantos porta

domingo, 10 de junho de 2018

Livros- A Relação Mâe e Filha- Malvine Zalcberg



Ando pesquisando e encontrei este livro na feirinha de livros excedentes da Biblioteca Padre Euclides, aqui de Ribeirão Preto. Este e outros!
O livro é algo técnico, na área de psicologia e psicanálise , mas sem ser totalmente hermético.
Desta forma, consegui entender algumas coisas, agregando conhecimento à minha pesquisa.
Adoro aprender, elucidar.
A Relação Mãe e Filha- Malvine Zalcberg- Editora Campus- 10ª edição- 2003- Encontrado em livrarias e também em ebook.

domingo, 3 de junho de 2018

Livros-Poemas em Caleidoscópio- Nely Cyrino de Mello



Nely, a querida, é minha madrinha a Academia de Letras e Artes de Ribeirão Preto.
Educadora que fechou o ciclo sendo diretora na instituição em que começou seus estudos.
De família artística, com dons musicais, Nely é uma artista que canta, dança, interpreta, pinta quadros e escreve  poemas, contos, crônicas, trovas.
Nely é um encanto!
Devia-nos esta publicação de seus poemas.
Belo livro, com capa do artista plástico Miguel Ângelo, outro talentoso colega da Academia, onde Nely desfila seus poemas, em sua maioria curtos, divididos em oito temas.
Uma rara oportunidade de conhecer mais sobre a alma, azul, desta pessoa que brilha em amor.
Com gratidão e felicidade.

Poemas em Caleidoscópio- Nely Cyrino de Mello- Editora Legis Summa- 2018- tive o prazer de estar presente ao lançamento em abril de 2018- encontrado com a autora e em Feiras de Livros.

Aqui um poema:

Cena Rural- Poemas em Caleidoscópio- Nely Cyrino de Mello

O Céu engoliu a madrugada
 e se derramou sobre as colinas
de molduras verdes,
brilhando a grama orvalhada.
Galos, em coro, despertam a manhã
e a passarada.

À beira do rio, de águas puras,
que serpenteia e some,
Feliciana ( fazendo jus ao nome)
alheia à toda essa magia,
bate a roupa na tábua,
enxágua
e contempla feliz tanta brancura!
Sua Poesia.

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Livros- Dropz- Rita Lee


Ai, que delícia!
Ler Rita Lee é partilhar do seu fino humor e ironia na medida certa, sem mais, nem menos.
Com texto ágil e coloquial, Rita nos coloca frente ao seu pensar, seu mundo particular, que faz eco ao mundo de outros tantos seres fãs, ou não, da Rita cantora.
Leve, sem perder a capacidade de instigar reflexões, ilustrado pela autora, o livro de contos é um belo passeio por variados assuntos.
Diversão garantida!
Dropz- Rita Lee- Editora Globo- em todas as livrarias.

Aqui um dos contos.

Eisme- Dropz- Rita Lee
Eis‑me aqui viva, mera mortal, filosofando sobre a vida, sobre Deus, sobre a crise mundial. Vem‑me à cabeça minha herança e lembro de mim criança, depois adolescente e assim como todos, carente. Muito antes que depois fui mutante, mulher e amante. Eis‑me aqui perdida no futuro do presente, neste mundinho esquisitão, sobrevivente da bobalização. Meio insatisfeita sou a sujeita do verbo ser star, estrela perdida no índigo do céu, pés no chão, cabeça na lua, coração ao leo. Homens não sabem como dizer adeus, mulheres não sabem quando. Posso resistir a tudo, menos à tentação, e descobri que sou quem eu estava esperando. Eis‑me aqui dia seguinte profissa, espreguiça, lava a cara, escova dente e cabelo, dá uma piscada pro espelho e parte pra rotina de dar bons‑dias. Trabalho como se não precisasse do dinheiro, danço como se ninguém estivesse me olhando e perdoo meus inimigos, nada os deixa mais putos. É uma pena que estupidez não cause dor. Eis‑me aqui caidaça no meio da naite, birinaite, cachaça, me levo pra casa depois de muito blá‑blá‑blá, chego e ainda como um resto de pizza com guaraná. Dou um suspiro, respiro, me inspiro e piro na maionese de mim mesma, esta lesma lerda que não sabe por que caiu, nem onde escorregou. Eis‑me aqui confusa, uma estúpida com raros momentos de lucidez, minha consciência limpa é sinal de memória fraca, um boato que entra pelo ouvido e sai por muitas bocas, depois eu é que sou louca. Tusso na frente de um fumante para ele se sentir culpado, depois queimo meu baseado na calada da noite, lá fora o frio é um açoite, então fecho os olhos, não se preocupe comigo, eu apenas estou morrendo. Ei‑me aqui odiando o amor, me abrace por favor, chego à conclusão de que talvez esteja errada, na esperança nada permanece, só a mudança. Estranhos são amigos esperando eu os encontrar, hay mucho que hacer, calo a boca e sorrio, seria engraçado se não tivesse acontecido comigo. Eis‑me aqui na mesmice, nunca vou perdoar as palavras que não disse, não tenho preconceito, neste mundo odeio tudo igualmente e quando não consigo convencer eu confundo, melhor te amar, se tenho medo da solidão melhor não me casar. Eis‑me aqui bem‑amada, Houston, we have a problem, minha namorada é homem, sou o oposto da puta porque estou pouco me fodendo, não estou podendo tanto assim, ai de mim que não sei se acendo uma vela ou se xingo a escuridão, ando tão sem tempo de tanto assistir televisão. Eis‑me aqui falada, mal‑bem‑amada, o vestido mais bonito uso para ser despido, a vida é tão tranquila que devia emitir atestado de óbito, é óbvio que uma das coisas que me dão mais prazer é fazer o que não devo, vou comer e aproveitar até a última mastigada. Eis‑me aqui me despedindo de mim depois de vomitar a alma, felicidade é a minha direção não meu destino, me peça para ter calma, antes de rezar vou me perdoar, antes de desistir vou tentar, antes de falar vou escutar. Eis‑me aqui renascendo, sendo mais eu do que jamais fui, de que me adianta falar bem se estou errada no que digo, não me ofereça sua sabedoria, me dê apenas um copo d’água, uma fatia de pão e um pouco de circo. Só não posso viver com quem não consegue conviver comigo, nessas eu tive foi sorte. E se você não salvou minha vida, pelo menos não arruíne minha morte.

terça-feira, 6 de março de 2018

Feliz Ano Novo- post publicado na Revide on line






Feliz Ano Novo

Janeiro, o primeiro mês do ano, é nomeado em homenagem a Janus, divindade romana ligada aos inícios e à dualidade.
Deus da passagem, como esta de um ano para o outro.
Sua imagem apresenta duas faces que olham para lados opostos, uma comtempla o passado, outra o futuro.
Um alerta para a atitude benéfica de fazer balanços, planos e reflexões nesta época propícia.
De onde vim, para onde vou. O que deixar, o que levar, o que acrescentar.
Assim planejo, faço agendas, anoto feriados e tudo que posso para não repetir erros.
Afinal o ganho dos erros é produzir acertos.
Nem sempre fui assim.
A rebeldia que trago em mim usava a desorganização como símbolo de liberdade.
Demorei demais para acordar, mesmo assim sofrendo sob pressão.
Hoje sou organizada, e busco ser cada vez mais.
Fico feliz com os desafios.
Beiro a obsessão!
É a maneira que encontro para tentar enganar o tempo, garimpar minutos para uso exclusivo a meu favor.
Às vezes dá certo.
Mas o melhor mesmo é que é divertido achar soluções de organização e planejamento. Elas são mutantes.
O que nos serviu até ontem pode não servir mais e rever os métodos e processos é um exercício de criatividade que me encanta.
Estou feliz por aqui, com meus planos e sonhos.
Planejar é o primeiro passo para realizar.
Desejo que você planeje, sonhe e realize muito neste 2018.
Como Janus, revendo o passado e projetando o futuro com base em sua experiência, usando das boas e velhas anotações e contando com a tecnologia.
Vale tudo!
Feliz Ano Novo!!

Eliane Ratier, com um abecedário de planos.

domingo, 4 de fevereiro de 2018

Livros- Lisboa- O que o turista deve ver- Fernando Pessoa



     



Fernando Pessoa, o multifacetado escritor, amava sua terra e envolvia-se, apaixonado, em atividades que promovessem este objeto de amor.
Assim , fez este guia, bilingue, inglês e português, propondo um bom passeio pelos pontos turísticos, com explicações sobre trajetos e história incluídas em sua boa prosa.
Sou muito fã do Pessoa, meu objeto de amor, culto e estudo.
Este livro me acompanhou, incompleto na leitura, em minhas duas passagens por Lisboa.
Não vi todo o sugerido e o sugerido pelos olhos de Pessoa , que por mim foi visto, deverá ser revisto.
Atualíssimo mesmo escrito há quase 100 anos.
Para quem quer sabe mais e desfrutar além do passeio turístico.
Recomendadíssimo!!

 " Sobre sete colinas, que são outros tantos pontos de observação de onde se podem disfrutar magníficos panoramas, espalha-se a vista, irregular e multicolorida massa de casas que constitui Lisboa.
  Para o viajante que chega por mar, Lisboa, vista assim de longe, ergue-se  como uma bela visão de sonho,  sobressaindo contra o azul vivo do céu, que o sol anima. E as cúpulas, os monumentos, o velho castelo elevam-se acima  da massa das casas,  como arautos distantes deste deliciosos lugar, desta abençoada região."

Lisboa, o que o turista deve ver- Fernando Pessoa - Editora Companhia das Letras- o meu de 2008- penso que comprei em alguma banca de ofertas durante a Feira do Livro- Parece-me que esgotado nas livrarias, tente a Estante Virtual.


domingo, 28 de janeiro de 2018

Livros- Gênese da Comunicação Humana- Gilberto Pizarro



Livro do dr Pizarro, médico otorrino que exerce seu trabalho em Sao Paulo e escreve também para jornais especializados.
Pesquisador na área de Comunicação o dr Gilberto traz, neste livro, suas ideias de maneira informal, baseadas no seu conhecimento e experiência.
Pontos de partida para o desenvolvimento do pensar.

Gênese da Comunicação Humana- Gilberto Pizarro- Editora Albatroz- o meu ganhei do autor por intermédio de seu filho - pode ser encontrado na editora e na Amazon

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

Carta ao(à) proprietário (a) do cão que sujou a calçada- Eliane Ratier para o blog da Revide



Carta ao(à)  proprietário (a) do cão que sujou a calçada

Caro (a),
 Sei como é ter um animal de estimação, o quanto gostamos dele, às vezes até mais do que os humanos próximos, e por ele nos desdobramos para que tenha suas necessidades, inclusive fisiológicas, satisfeitas.
Assim, mimamos nossos pets comprando comidinhas, roupinhas e os levamos ao banho com frequência, ao veterinário, quando necessário, e ao passeio muitas vezes ao dia.
Todas as ações mencionadas para o bem estar do nosso bichinho que nos dá a alegria e companhia diárias.
Acontece que, numa destas saídas do seu bichinho, devidamente acompanhado pelo senhor (a), ele fez um cocô, bem grande e feio, diga-se de passagem, no meio do passeio público, ali na rua Campos Salles próximo à Portugal, creio que na frente de um estabelecimento comercial.
Este cocô esteve “enfeitando” a calçada todos estes dias, o final de semana, as festas de final de ano, e ainda está lá em frente ao estabelecimento comercial.
Quase o recolhi, mas achei mesmo que o senhor (a) voltaria para limpar.
Hoje choveu e o cocô escorreu em uma massa pegajosa, oferecendo real risco aos atrevidos e necessitados passantes que enfrentam a manhã chuvosa à pé, armados de um guarda-chuva.
Rogo a Deus pela proteção dos usuários da calçada.
Não desejo que ninguém se machuque, nem mesmo o(a) senhor(a) que, com seu descuido, permitiu que se cão fizesse cocô no meio da calçada e, com seu descaso, não o recolheu.
Desejo, sim, ao (à) senhor (a), que tenha em mente a visão da calçada molhada ornada com o cocô não recolhido de seu cão que, além de emporcalhar o caminho, é potencialmente causador de acidente grave, e que esta imagem o(a) persiga acordado(a) e principalmente quando o(a) senhor(a) tentar pegar no sono, e que ela o (a) inspire a carregar saquinhos plásticos nos próximos passeios com seu cão.
Todo bônus tem um ônus.
Cão feliz implica em trabalho para o(a) dono(a).
Ah! O( A) senhor(a) não sabia disso! Agora está sabendo.
Feliz Ano Novo!

Eliane Ratier, irritada por ter passado todos estes dias desviando do cocô, sem saber ao certo se deveria recolhê-lo ou não, torcendo para a faxineira do estabelecimento comercial aparecer logo.

domingo, 21 de janeiro de 2018

Livros- Como se estivéssemos em palimpsesto de putas- Elvira Vigna



Elvira, escritora premiada, faleceu há pouco e não a conhecia.
Seu livro mais recente, este, li em formato digital.
Imediato desejo satisfeito diretamente da notícia do jornal.
A linguagem coloquial, com lugares incomuns, pitadas poéticas sobre uma trama curiosa, inusitada.
Enredo levado com ritmo e suspense. Um olhar pela fechadura do que certamente existe e é pela literatura reinventado e consumido por nós, cúmplices.
Vale este! Vale mais!

Aqui mais:
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2017/07/1900002-elvira-vigna-se-tornara-uma-autora-brasileira-incontornavel.shtml

domingo, 14 de janeiro de 2018

Livros- Quarto Livro- Nicolas Guto


O Nicolas ,eu e o Quarto


Nicolas Gusto é figura constante nas Feiras de Livro.
Uma presença boa e simpática.
Com sua verve de publicitário faz poemas satíricos e intrigantes pelo múltiplo uso da palavra e dos signos que se misturam e assumem rotas não usuais.
Deixo aqui um poema:

" REPELENTES

DORMIR
COM
OS
TRÊS
MOSQUITEIROS
NÃO
TEM
NADA
DE
ROMÂNTICO "

Quarto Livro- Nicolas Guto- edição do autor- o meu comprei na Feira do Livro de Ribeirão Preto, direto das mãos do mesmo e torço para que você tenha a mesma sorte.